O Governo de Israel anunciou neste sábado a alegada morte do Líder Supremo do Irão, Ali Khamenei, durante uma ofensiva militar conduzida em conjunto com os Estados Unidos contra território iraniano.
Segundo declarações atribuídas a responsáveis israelitas e divulgadas pela imprensa internacional, Khamenei teria sido dado como desaparecido após o ataque, sendo posteriormente alegadamente localizados os seus restos mortais.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que “tudo indica que Khamenei já não está entre nós”, agradecendo ao ex-presidente norte-americano Donald Trump pela “liderança histórica” e garantindo que a ofensiva continuará “quanto tempo for preciso”.
Netanyahu declarou ainda que a aliança entre EUA e Israel se mantém “na paz e na guerra” e defendeu que o regime iraniano não pode possuir armas nucleares. O chefe do Governo israelita afirmou também que o complexo de Khamenei teria sido destruído e que comandantes da Guarda Revolucionária e responsáveis ligados ao programa nuclear foram atingidos.
Contudo, Teerão não confirmou a morte do líder supremo. Autoridades iranianas classificaram o anúncio como parte de uma estratégia de guerra psicológica. O chefe de relações públicas do gabinete de Khamenei, citado pela imprensa local, afirmou que “o inimigo está a fazer guerra psicológica” e apelou à vigilância da população.
Relatos indicam que várias explosões foram ouvidas em Teerão e dezenas de alvos atingidos em diferentes pontos do país. O Irão terá respondido com ataques na região do Médio Oriente, levando o Conselho de Segurança da ONU a convocar uma reunião de emergência.
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