A Frelimo esclareceu que o processo de revitalização dos seus órgãos em curso na província de Gaza e na Cidade de Maputo não deve ser interpretado como uma destituição de dirigentes, mas sim como uma medida interna destinada a reforçar o funcionamento e a dinâmica das estruturas partidárias.
Segundo a direção do partido, a iniciativa resulta de avaliações periódicas realizadas pela Comissão Política, conforme previsto nos estatutos da organização, com o objetivo de melhorar o desempenho dos órgãos partidários e aumentar a sua capacidade de resposta aos desafios atuais.
A formação política explica que a revitalização procura fortalecer a ligação entre o partido, o Governo e a população, promovendo uma atuação mais participativa e eficaz na resolução das preocupações dos cidadãos.
O processo não se limita aos cargos de primeiros-secretários provinciais. De acordo com a Frelimo, as mudanças poderão abranger diferentes níveis da estrutura partidária, desde as células de base até aos órgãos provinciais e da cidade, incluindo círculos, localidades, zonas e distritos.
A organização destaca que esta ação tem caráter específico e está, neste momento, limitada à província de Gaza e à Cidade de Maputo, não constituindo uma reforma nacional das estruturas do partido.
Com esta reorganização, a Frelimo pretende reforçar a sua presença junto das bases, consolidar o funcionamento interno e melhorar a capacidade de mobilização e acompanhamento das ações governativas nos dois territórios abrangidos.
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