A Espanha sagrou-se campeã do Mundial 2026 ao derrotar a Argentina por 1-0, após prolongamento, na grande final disputada este domingo, no New York New Jersey Stadium, nos Estados Unidos. O único golo da partida foi apontado por Ferran Torres, aos 112 minutos, garantindo à seleção espanhola o segundo título mundial da sua história.
Num duelo muito equilibrado, a equipa orientada por Luis de la Fuente assumiu o controlo da posse de bola durante grande parte do encontro e criou as melhores oportunidades de golo. A Argentina, campeã em título, encontrou muitas dificuldades para contrariar a organização espanhola e terminou a partida sem conseguir registar qualquer remate enquadrado com a baliza adversária.
Depois de um empate sem golos nos 90 minutos regulamentares, a decisão ficou adiada para o prolongamento. Aos 112 minutos, Ferran Torres apareceu no momento decisivo e, após assistência de Nico Williams, marcou o golo que fez explodir de alegria os adeptos espanhóis presentes no estádio.
A conquista confirma a excelente campanha da seleção espanhola ao longo do torneio, marcada por um futebol dominante, consistente e apoiado numa geração jovem liderada por jogadores como Lamine Yamal, Rodri e Nico Williams. A equipa termina o Mundial como a melhor defesa e uma das formações mais regulares da competição.
Do lado argentino, Lionel Messi disputou aquela que poderá ter sido a sua última final de um Campeonato do Mundo. Aos 39 anos, o capitão procurava conquistar o bicampeonato mundial consecutivo para a Argentina, mas encontrou uma seleção espanhola superior durante praticamente todo o encontro.
O Mundial 2026, o primeiro da história com 48 seleções e organizado em conjunto pelos Estados Unidos, Canadá e México, terminou assim com a consagração da Espanha, que sucede à Argentina como campeã mundial e encerra um torneio marcado por recordes de assistência e forte competitividade.

